Saiba como foi o 3º dia do UFRJMUN 2017


Hoje, dia 8 de setembro, realizou-se o 3º dia do UFRJMUN 2017 na Faculdade Nacional de Direito (FND). Pela manhã, ocorreu a oficina da AFS Intercultura, uma de nossas organizações parceiras, que tratou sobre Estilos de Comunicação Intercultural. Durante a oficina, foram feitas dinâmicas e diálogos abordando o tema, sempre integrando os participantes. Os delegados exercitaram diferentes estilos de comunicação, verbais e não verbais, para completar a montagem de um quebra-cabeça. Dessa forma, trabalharam os pilares do UFRJMUN: empatia, respeito e tolerância, associados ao conceito de cidadão global pretendido pelo AFS. Uma das delegadas do III Comitê para Assuntos Sociais, Culturais e Humanitários (SOCHUM), Amanda Szargiki, reiterou a importância desta oficina que permite enxergar o ponto de vista do outro e agir pacificamente em um momento de crise. Apenas um dos jornais participantes do evento, o argentino Clarín, teve um representante presente. Segundo a delegada do jornal, Giulliana Moreira, participar da oficina foi muito importante, justamente porque o evento em si e todas as suas sessões e comitês estão repletos de diferentes manifestações culturais, e, como imprensa, deve-se estar atento, numa situação de observador mas, ao mesmo tempo, saber lidar com as diferentes características das pessoas, e isso foi algo que a oficina veio acrescentar.


Ocorreu hoje também a primeira coletiva de imprensa do UFRJMUN 2017. Os delegados convidados a compor a mesa foram os delegados do México e da Arábia Sáudita do Banco Mundial, os de defensoria do Supremo Tribunal Federal e os dos Estados Unidos e Rússia do Conselho de Segurança. A delegada da Arábia Saudita, Ana Beatriz Assumpção contou que houveram alguns momentos de tensão nas sessões, que tem sido um desafio, mas que tem conseguido obter um bom desempenho na questão econômica trazendo projetos, reescrevendo e também se juntando a outras delegações. Fabrícia Felipe, também delegada da Arábia Saudita no Banco Mundial e simulanda de primeira viagem, comentou do desafio que é representar um país do Oriente Médio, onde mulheres não podem ser delegadas em comitês, e das diferenças culturais, especialmente no que tange aos direitos das mulheres. As delegadas ainda disseram que tentam ao máximo imergir na cultura do país e se desprender de crenças e ideais pessoais para fazer da simulação o melhor possível, gerando frutos e estimulando novas visões de mundo e pontos de vista. Ana Beatriz e Fabrícia comentaram que esperam que um dia as mulheres sauditas possam representar seu país nos comitês.



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