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Entenda a crise da Venezuela #TreinaMun

May 3, 2017

 (Foto: Reprodução)

 

A Venezuela vem sofrendo com uma crise social, econômica, política e humanitária desde 2013. O país, com população de aproximadamente 31 milhões de pessoas, possui a maior reserva de petróleo do mundo, sendo uma potência energética e um pólo petrolífero internacional. A Venezuela foi comandada por Hugo Chávez de 1999 até sua morte em março de 2013, e seu governo foi marcado com a diminuição expressiva de índices sociais como o analfabetismo e a mortalidade infantil.

Com a morte de Chávez, Nicolás Maduro assumiu o país e a partir de então o país começou a sofrer com uma crise interna. A falta de popularidade e aceitação por vários grupos sociais de Maduro junto com a queda da exportação e do preço dos barris de petróleo (principal fonte econômica do país) iniciaram uma crise interna. Assim, com a retirada de diversos investimentos no país, ataque especulativo levando a um grande aumento da taxa de inflação, gerou-se forte instabilidade e embates entre o governo e a oposição e também entre camadas da população, que culminou em manifestações pelo país, crise de abastecimento, aumento do número de assassinatos, forte repressão policial/militar, aumento da dívida externa, aumento da taxa de emigração, suspensão do país do Mercosul, entre outros.

A Venezuela teve a maior inflação do mundo em 2015, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). A crise de abastecimento atingiu os mercais, mercados subsidiados pelo Estado criados no governo de Hugo Chávez com o objetivo de vender produtos a preços menores. Alguns produtos começaram a faltar nas prateleiras, o que resultou em uma escassez e na limitação do número de vezes que a população pode ir a esses mercados, assim como quais e quantos produtos podem ser comprados.

O Brasil é um dos locais de destino de emigrantes venezuelanos que buscam melhores condições de vida, em especial o estado de Roraima. Em dezembro de 2016, a governadora do estado, Suely Campos, declarou estado de emergência de saúde pública por 180 dias “devido ao intenso e constante fluxo migratório”, declarou a governadora. O número de venezuelanos atendidos no estado quase quadruplicou de 2014 a 2016, indo de 324 a 1.240 pessoas.

O número de assassinatos aumentou expressivamente, colocando a capital Caracas como a cidade mais violenta do mundo em 2016, com o número de 119 homicídios para cada 100.000 habitantes, segundo o ranking do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal do México

 

 (Foto: Reprodução)

 

 (Foto: Reprodução)

 

Para mais informações, acesse: http://www.huffpostbrasil.com/news/crise-venezuela/ 

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